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Trump já mudou o mundo em um mês

  • brunobreeda
  • 20 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Donald J. Trump


Neste dia 20 de fevereiro completa-se um mês que Donald J. Trump tomou posse como o 47º presidente dos Estados Unidos da América. Iniciou seu segundo mandato acelerado, com medidas importantes para o desenvolvimento e prosperidade do povo americano e que irradiam luz para o mundo todo.


Trump sabe que não tem tempo a perder. Nos quatro anos sob o governo do democrata Joe Biden a agenda “woke”, progressista, de esquerda, avançou como nunca e o atual presidente já começou estancar isso. Está agindo para trazer a normalidade de volta aos lares, aos escritórios, às ruas e redes sociais. Vamos a algumas medidas:


Proibiu homens de disputarem competições esportivas com mulheres. “Mantendo os homens fora dos esportes femininos“, é o título do seu decreto. Trump retirou os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde, entidade que ganhou destaque com as draconianas medidas restritivas impostas durante a pandemia do Covid-19 e retirou também do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas. O presidente americano também ordenou o encerramento de programas de diversidade no governo federal e foi categórico no sentido de que “será política oficial dos EUA que existam apenas dois gêneros: masculino e feminino”. Nessa mesma linha, Trump determinou que “mulheres trans” presas passem a cumprir pena em cadeia para homens. Foi enfático: “também porei fim à política governamental de tentar incorporar socialmente a raça e o gênero em todos os aspectos da vida pública e privada. Vamos forjar sociedade que não enxergará duas cores e será baseada no mérito”. Além disso, logo no primeiro dia de governo, Trump suspendeu a emissão de passaportes com o gênero X, para pessoas que se identificam como não binárias. E criou um escritório para combater o preconceito anticristão.


O presidente americano tem retomado o protagonismo na política externa ao conversar com os presidentes da Rússia e Ucrânia para mediar a paz entre os países. Está trabalhando pelo cessar-fogo em Gaza e sendo incisivo para a libertação de reféns israelenses aprisionados pelo Hamas.


Uma medida inovadora de Trump foi indicar o homem mais rico do mundo, Elon Musk, para o Departamento de Eficiência Governamental, mostrando o quanto a gestão pública tem a ganhar em parceria com a iniciativa privada, que já está mostrando resultados mundo afora.


Ainda há muito mais o que falar sobre o mais avassalador início de mandato de todos os tempos. Mas não caberia neste artigo. E com certeza ainda haverá muito mais a ser feito por Trump, Musk e os republicanos americanos para colocar os Estados Unidos no rumo da normalidade novamente.


Nos quatro anos que esteve fora da presidência, Donald Trump foi perseguido judicialmente, achincalhado pela mídia aparelhada, injustamente exposto e foi alvo de duas tentativas de assassinato, uma delas com um tiro atingindo seu rosto de raspão.


Por isso Trump sabe mesmo que não tem tempo a perder para “fazer a América grande outra vez”. Está fazendo jus à esmagadora votação que recebeu dos americanos para por fim à malfadada agenda woke.


E não está nem aí para o pranto e para o ranger de dentes dos progressistas.






Antonio Emílio, ex-vereador e presidente da Câmara Municipal de Nova Venécia

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